Lula lidera intenções de voto no segundo turno, mas vê distância para Flávio Bolsonaro encolher, aponta pesquisa Quest divulgada hoje.

Recentemente divulgada, uma pesquisa indicou que o atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), lidera nas intenções de voto para um possível segundo turno nas próximas eleições. Os dados revelam que Lula venceria todos os seus adversários, mas a vantagem sobre Flávio Bolsonaro, principal concorrente, apresentou uma redução significativa.

No cenário mais acirrado, o presidente aparece com 43% das intenções de voto contra 38% de Bolsonaro, resultando numa diferença de apenas cinco pontos percentuais. É importante destacar que essa margem é a menor até agora, já que anteriormente havia variado entre sete e dez pontos nos meses anteriores. Essa diminuição pode refletir um cenário eleitoral em movimento, onde os adversários começam a angariar mais apoio, desafiando a posição de Lula.

Em outras simulações, o presidente Lula manteve uma vantagem sobre Ratinho Júnior, governador do Paraná, cuja intenção de voto caiu de 36% para 35%, enquanto Lula permaneceu com 43%. Essa continuidade na votação pode indicar uma base sólida de suporte entre os eleitores paranaenses.

Por outro lado, em relação ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado, a diferença caiu de 11 pontos para 10; Lula contabiliza 42% e Caiado 32%. A liderança de Lula também se mostra confortável contra Romeu Zema, governador de Minas Gerais. Apesar de uma diminuição nas intenções de voto para Lula — de 46% para 43% —, a desvantagem de Zema permanece em 32%, evidenciando um aumento na competitividade em algumas regiões.

A pesquisa, que entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de fevereiro, apresenta uma margem de erro de dois pontos percentuais e um nível de confiança de 95%. Esses números são cruciais para entender a dinâmica política atual e as possíveis estratégias dos candidatos à medida que as eleições se aproximam. As definições ainda estão abertas, e a proximidade das eleições pode provocar alterações nas intenções de voto, tornando os próximos meses decisivos para Lula e seus adversários.

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