No cenário principal, que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro, Lula obteve 35,2% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro, que está inelegível devido a uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), alcançou 32,2%. Outros candidatos também foram mencionados, como Pablo Marçal, com 8,4%; Simone Tebet, com 8%; e Ciro Gomes, que registrou 6,2%.
Em um cenário sem Bolsonaro, a pesquisa apontou Michelle Bolsonaro como a segunda colocada, com 20,5% das intenções de voto, enquanto Lula manteve a liderança com 34,1%. Nesse contexto, Marçal alcançou 14,1%, seguido de Ciro, com 9,3%, e Tebet, com 9,2%. A presença de Michelle Bolsonaro evidencia a relevância do bolsonarismo, mesmo com o ex-presidente fora da disputa.
Além disso, a pesquisa explorou um terceiro cenário, com a substituição de Michelle Bolsonaro por Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, como representante do bolsonarismo. Lula também se destacou nesse contexto, com 35,2% das intenções de voto, seguido por Marçal, com 16,9%. Tarcísio de Freitas ficou em terceiro lugar, com 15%, seguido por Tebet, com 9,5%, e Ciro, com 9,4%.
Mesmo com a liderança nas intenções de voto, Lula enfrenta desafios para manter o apoio da população em geral. Segundo a pesquisa, a percepção de que seu mandato foi superior ao de seu antecessor caiu de 43,3% para 41,1%. Enquanto isso, a aprovação de Bolsonaro cresceu de 32,4% para 36,2%, indicando uma mudança na percepção dos eleitores.
Dessa forma, as eleições de 2026 se configuram como um cenário desafiador e com diferentes variáveis a serem consideradas, como o desempenho dos candidatos, a influência do bolsonarismo e a disposição dos eleitores diante das propostas apresentadas. O resultado das pesquisas reflete a complexidade do cenário político e a importância de um processo eleitoral democrático e participativo para a sociedade brasileira.






