Em publicação em suas redes sociais, Lula destacou a urgência em oferecer apoio. “Determinei imediatamente o pronto apoio federal às autoridades locais. O ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, ativou a Defesa Civil Nacional para oferecer suporte integral às cidades impactadas, incluindo o reconhecimento da situação de emergência e o envio de equipes técnicas para a região”, afirmou.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também tomou providências para mobilizar a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) afim de garantir atendimento às vítimas da tragédia. A Defesa Civil Nacional confirmou que uma equipe foi enviada ao local para reforçar a assistência à população afetada.
A situação é crítica, com centenas de famílias desalojadas. Em Recife, foram ativados dez abrigos temporários para oferecer abrigo a quem perdeu suas casas. Além disso, as condições climáticas adversas forçaram o redirecionamento de 14 voos com destino ao aeroporto de Recife para outras localidades.
Diante do cenário, Waldez Góes se manteve em contato com a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e com o prefeito do Recife, Vitor Marques, para orientar sobre os passos necessários para o reconhecimento sumário da situação de emergência. Essa medida é crucial para agilizar o envio de recursos destinados a ações de socorro e assistência humanitária às vítimas.
As consequências das chuvas não se restringiram a Pernambuco; a Paraíba também enfrentou a fúria da natureza. As fortes precipitações levaram o governo estadual a declarar calamidade pública. Tragicamente, foram registradas mortes de dois homens que trabalhavam na organização de um evento em Guarabira, após receberem descargas elétricas ao pisarem em uma poça d’água.
A situação nos dois estados é alarmante, e a resposta dos governos federal e estaduais será fundamental para ajudar os afetados e restaurar a normalidade nas áreas afetadas.
