O presidente enfatizou que, apesar da apresentação de dados econômicos que sinalizam uma melhora significativa, existe uma desconexão entre esses números e a realidade vivida pela população. Ele argumentou que, embora os indicadores econômicos sejam promissores, a real percepção das pessoas sobre as mudanças ocorrentes leva tempo para se concretizar. Durante a campanha, conforme explicou, essa percepção tende a se fortalecer à medida que as ações governamentais entram em pauta e são reconhecidas pela sociedade.
Lula também enalteceu a volta do investimento estrangeiro no Brasil, destacando essa recuperado confiança internacional como um sinal positivo para a economia nacional. Ele acredita que, enquanto o Brasil recupera sua credibilidade no cenário global, países como os Estados Unidos vivem uma crise de confiança. Esse contraste, segundo ele, documenta a trajetória do país rumo à normalização econômica.
Ainda que a análise do presidente sugira uma recuperação palpável, ele reconheceu que os efeitos positivos ainda não atingiram a totalidade da população. Essa distância entre os números e a percepção popular, segundo Lula, é uma das razões que dificultam a conversão desses dados otimistas em apoio político imediato. Assim, o presidente concluiu que as próximas etapas da campanha serão cruciais para que os cidadãos compreendam melhor as mudanças promovidas em sua administração e as melhorias nessa situação econômica que começa a despontar.
