Em seu discurso, o presidente enfatizou que, embora o exame seja crucial, o preconceito e o constrangimento ainda atuam como barreiras que afastam muitos da busca por atendimento médico. Ele revelou que há homens acima dos 60 anos que nunca realizaram o exame, evidenciando um problema cultural que precisa ser urgentemente abordado. A saúde não deve ser um tabu, argumentou Lula, que defendeu a ideia de que todos devem encarar o cuidado com o corpo como uma prática natural e necessária.
Lula também destacou a participação ativa da primeira-dama, Janja da Silva, em iniciativas que visam estimular a prevenção de doenças. Ele anunciou que Janja irá realizar uma mamografia em uma das carretas de saúde, estabelecendo um exemplo a ser seguido. O presidente acredita que essa ação servirá para conscientizar a população sobre a importância da detecção precoce de diversas condições de saúde, assim como ele se dedica a promover a conscientização acerca do câncer de próstata.
Em um tom leve, Lula fez uma comparação entre a experiência de homens e mulheres em relação aos exames de saúde. Ele observou que, enquanto as mulheres frequentemente enfrentam a rotina de exames com naturalidade, os homens ainda hesitam, o que revela a necessidade de uma mudança de perspectiva. Essa discussão ocorre em um contexto mais amplo de esforços do governo para ampliar o acesso a consultas e exames especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), buscando garantir que a saúde preventiva se torne acessível a todos, independentemente de gênero. A mensagem clara de Lula é que a saúde é um bem precioso, um direito que deve ser cuidado e valorizado por todos.







