De acordo com o presidente, uma estrutura ministerial mais robusta, como a atual, que abriga 38 pastas, facilita a criação e a implementação de políticas públicas direcionadas a áreas essenciais. Ele argumentou que a limitação de ministérios prejudica a capacidade do governo de atender às demandas sociais e econômicas da população de forma eficaz. A abordagem de Lula sugere que, para atender a complexidade das necessidades da sociedade contemporânea, uma gestão mais diversificada é fundamental.
Lula enfatizou a importância de atenção especial em setores como a pesca, que, segundo ele, requer uma estrutura própria para fomentar o desenvolvimento e assegurar diálogo com os profissionais da área. Para o presidente, áreas específicas da economia necessitam de políticas personalizadas e uma administração eficiente que possa responder às suas particularidades.
A declaração ressoa com uma visão mais ampla sobre o papel do governo em promover um desenvolvimento social e econômico equilibrado. Lula acredita que a diversidade de ministérios permite um atendimento mais focado e qualificado das demandas da sociedade, refletindo a complexidade das questões enfrentadas atualmente.
Essa defesa de uma estrutura ministerial voluminosa busca, portanto, não apenas responder críticas acerca do tamanho do governo, mas sim demonstrar que a eficiência na administração pública está intrinsicamente ligada à capacidade de lidar com as diversas e multifacetadas necessidades da população. A posição de Lula se coloca como um argumento em defesa de um Estado mais atuante e presente em setores estratégicos da economia e da sociedade.
