Lula fez uma crítica contundente aos meios de comunicação, citando um incidente envolvendo um PowerPoint falso que o associava a um esquema ilícito com o Banco Master, ressaltando tentativas de “induzir a sociedade a uma mentira”. Ele desafiou veículos como a Globo, SBT e Band a produzirem um material que destacasse os feitos positivos do Ministério da Educação, afirmando que essas emissoras não abrangem adequadamente os avanços realizados.
O presidente lembrou ainda das conquistas de administrações anteriores do Partido dos Trabalhadores (PT), como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além da expansão das universidades públicas e institutos federais. Ele convidou os cidadãos a compararem esses resultados com os obtidos durante a gestão de Jair Bolsonaro, enfatizando a importância da conscientização sobre os efeitos das políticas educacionais.
A falta de mobilizações sociais foi um ponto central da fala de Lula, que lamentou a ausência de greves e protestos, perguntando: “Quais os protestos que houve sobre o retrocesso?”. Ele enfatizou que o medo não deveria silenciar a luta por direitos e melhorias. O presidente também enviou uma mensagem aos críticos que comentam sobre o Brasil a partir do exterior, dizendo: “Vamos cuidar melhor deste país do que gente que dá palpite aí fora”.
Além disso, Lula reiterou a preocupação com a inclusão digital, principalmente em comunidades isoladas, como as indígenas e quilombolas. A meta do governo é que todas as escolas públicas do Brasil tenham acesso à internet, um passo crucial para garantir que todos os alunos possam participar plenamente na era digital. A agenda do evento refletiu um compromisso contínuo com a educação, mesmo em tempos de desafios políticos e sociais.






