O presidente, que tem um profundo apreço pelo futebol, enfatizou a importância de ganhar o hexacampeonato, sugerindo que a conquista colocaria Ancelotti ao lado de grandes nomes da história do futebol brasileiro, como Vicente Feola e Carlos Alberto Parreira. “Os brasileiros não vão para disputar a Copa, vão para ganhá-la”, afirmou ele de maneira enfática, instando o treinador a transmitir essa mensagem aos jogadores.
Além da motivação, o presidente destacou a experiência de Ancelotti e a necessidade de despertá-la nos atletas convocados. Ele pediu que o treinador converse com os jogadores sobre a importância da “garra, coesão, unidade e harmonia”, reiterando que estarem motivados é fundamental, especialmente em um momento em que a sociedade brasileira anseia por vitórias. “Precisamos jogar pensando no povo brasileiro que precisa de um motivo para sorrir”, declarou.
Lula, que acompanha o mundial desde 1958, reconheceu que a seleção pode não ser a melhor do planeta, mas afirmou que o elenco escolhido é o mais competente para a competição atual. Ele lembrou que cada atleta tem uma história, muitos oriundos de realidades humildes, e enfatizou que, para triunfar em uma Copa do Mundo, não basta apenas habilidade: é necessário ter um propósito maior.
Além disso, o presidente fez um apelo para que os jogadores mantenham a determinação e a resiliência: “Quando cair, levante e vá atrás da bola”. Ele concluiu com uma provocante sugestão: “Sempre que puder, chute ao gol, e, por favor, não hesite!” Com essas palavras, Lula não apenas motivou a equipe, mas também estabeleceu uma conexão emocional com os atletas e a torcida, demonstrando que a paixão pelo futebol transcende o campo e ressoa na sociedade brasileira.
