Em uma coletiva de imprensa virtual, realizada no último dia 28, o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da conferência, comentou que não possui informações sobre uma resposta oficial por parte de Trump. Ao ser abordado sobre o assunto, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil orientou os jornalistas a dirigirem suas perguntas à Embaixada dos EUA. No entanto, a instituição não respondeu até o instante da matéria, gerando especulações sobre a possível participação do ex-presidente norte-americano no evento.
Durante sua fala no início do mês, Lula mencionou a intenção de fazer uma ligação direta para Trump, destacando a relevância de discutir as posições do líder americano em relação às mudanças climáticas e suas implicações globais. Contudo, Lula não trouxe à tona se essa conversa realmente ocorreu, o que alimenta a incerteza sobre o envolvimento do ex-presidente da maior potência econômica mundial nas discussões que prometem ser cruciais para o futuro do planeta.
É importante observar que a dinâmica entre Lula e Trump é marcada por um histórico de desentendimentos, especialmente após a implementação de tarifas elevadas pelo governo norte-americano durante o primeiro mandato de Trump. Além disso, o ex-presidente norte-americano tem demonstrado uma postura cética em relação às questões ambientais, incluindo sua saída do Acordo de Paris, o que pode impactar sua decisão sobre participar da COP30.
Com a falta de confirmação e um cenário político repleto de nuances, a expectativa pela presença de Trump na conferência permanece incerta, refletindo as complexidades das relações internacionais contemporâneas e as diferentes abordagens em relação às crises ambientais que afetam o mundo.