Antes disso, Lula havia feito a abertura dos trabalhos da Assembleia Geral, onde expressou sua opinião de que é “inaceitável” a ausência de um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU para a América Latina e a África.
O presidente americano, Joe Biden, em seu último discurso na Assembleia Geral como líder dos Estados Unidos, alertou sobre o risco iminente de uma “guerra em grande escala” no Líbano, país que, segundo ele, está “à beira do abismo”. Biden ressaltou a importância de buscar uma solução diplomática para evitar um conflito de proporções devastadoras.
Além disso, foi confirmada a visita de Biden ao Brasil no final do ano para a cúpula do G20, que será realizada no Rio de Janeiro.
Atualmente, Lula tem uma agenda internacional movimentada. Recentemente, ele se reuniu com representantes da agência de risco Fitch Ratings, juntamente com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Também houve encontros com dirigentes da S&P e da Moody’s, a pedido de Lula, visando ouvir as recomendações das agências sobre a recuperação do grau de investimento perdido em 2015.
No evento ‘Em defesa da democracia, combatendo os extremismos’, realizado em parceria com a Espanha na sede da ONU, Lula teve uma agenda fechada à imprensa, incluindo uma reunião bilateral com o presidente da França, Emmanuel Macron. Para encerrar o dia, o ex-presidente participou de um jantar com Rodolphe Saadé, CEO do Grupo CMA CGM, onde foi anunciada a compra de 48% da Santos Brasil em uma transação de R$ 6,3 bilhões.
Em meio a essa intensa agenda internacional, Lula segue demonstrando sua relevância e influência no cenário político e econômico global.





