Lula não forneceu detalhes sobre o futuro papel de Santana na campanha, nem sobre quem poderá assumir a pasta da Educação. O presidente também mencionou que Rui Costa, ministro da Casa Civil, poderá se afastar de suas funções, enquanto a ministra da Cultura, Margareth Menezes, permanecerá à frente do seu ministério. As declarações de Lula indicam que seu governo passará por uma reestruturação ministerial, afirmando que já não precisa “entregar nada” e que agora o foco é cumprir o que já foi aprovado.
Durante sua fala, o presidente enfatizou a importância do pacto federativo, agradecendo governadores e prefeitos por seus esforços em avançar nas políticas públicas de educação. Ele ressaltou a interdependência entre diferentes níveis do governo, afirmando que a governança eficaz requer colaboração entre presidente, governadores e prefeitos.
Em relação aos avanços na educação, Lula destacou que o Brasil está progredindo rapidamente nas metas de alfabetização, com a expectativa de que o país alcance a marca de 80% de crianças alfabetizadas até o final do segundo ano do ensino fundamental antes de 2030. Ele afirmou que, em apenas dois anos, 60% dos estudantes já estão alfabetizados e que, se a atual tendência continuar, é possível atingir a meta de 80% já no próximo ano.
Além disso, o presidente anunciou planos para expandir o acesso ao ensino técnico, afirmando a intenção de entregar 782 novas escolas técnicas nos próximos 15 anos. Para Lula, essas iniciativas representam um legado importante que deve ser deixado para o país, incentivando futuras gerações de gestores a aderirem a essa visão de progresso na educação.







