Los Angeles, que já sediou os Jogos Olímpicos em 1932 e 1984, se junta a Paris e Londres no seleto grupo de cidades que tiveram a honra de ser anfitriãs do evento em três edições. A capital do entretenimento não apenas tem um histórico consolidado, mas também se prepara para incluir novas modalidades na competição, como o Flag Football e o Squash, além de versões reduzidas de Lacrosse e Beisebol/Softbol.
Um dos pontos mais atrativos dos Jogos é a cerimônia de abertura, que terá como cenário o icônico Los Angeles Memorial Coliseum e o moderno SoFi Stadium. Ambas as estruturas prometem oferecer um espetáculo à altura das expectativas, com Peter Rice, ex-presidente da 21st Century Fox e da Walt Disney Company, como responsável pela criação do conteúdo audiovisual das cerimônias. Embora os detalhes sobre orçamento e atrações ainda não tenham sido divulgados, espera-se que as apresentações façam referência à rica indústria cinematográfica de Hollywood.
No que diz respeito à representação brasileira, o Comitê Olímpico Brasileiro já vislumbra uma preparação sólida, embora tenha optado por não revelar expectativas em termos de medalhas. A estratégia é focar em um suporte abrangente para diversos esportes ao longo do ciclo olímpico. Entre os atletas mais promissores estão Alison dos Santos, Maria Clara Pacheco e Rebeca Andrade, que já se destacaram em suas respectivas modalidades.
Para a realização do evento, não serão construídas novas instalações, uma prática incomum desde os Jogos de Londres em 1948. Los Angeles, conhecida por sua infraestrutura robusta, será dividida em zonas específicas para as competições, com cidades vizinhas como Nova York e San Diego também contribuindo, especialmente para os eventos de futebol e outras modalidades.
Com todos esses preparativos a caminho, os Jogos Olímpicos de 2028 prometem não apenas celebrar a excelência atlética, mas também reforçar o papel dos Estados Unidos como um dos grandes palcos do esporte mundial.





