Jorge Messi, aos 68 anos, faleceu na madrugada de sábado após enfrentar problemas de saúde prolongados, embora detalhes sobre a causa da morte não tenham sido oficialmente divulgados. Jorge foi uma figura indispensável na trajetória do filho, atuando como seu primeiro treinador nas ruas e terrenos baldios conhecidos como “potreros”. Durante os primeiros passos de Messi no futebol, seu pai também exerceu a função de companheiro inseparável nos desafios de sua ascensão ao estrelato, primeiro no Barcelona e, posteriormente, como seu agente na negociação de contratos expressivos.
A relação entre pai e filho era fundamentada em críticas construtivas e análises detalhadas de cada partida, o que, segundo o próprio Messi, o motivou constantemente a se aprimorar. Em uma de suas declarações, ele ressaltou a importância da figura paterna em sua carreira, destacando o papel de Jorge como seu principal incentivador.
Em tributo à figura paterna de Messi, o Inter Miami, clube no qual ele atua atualmente, promoveu um minuto de silêncio antes da partida contra o Monterrey, do México, pela Copa das Ligas. A equipe também vestiu braçadeiras pretas em homenagem a Jorge. A torcida, em solidariedade, exibiu cartazes e se uniu em um momento de respeito e reverência.
Além do Inter Miami, homenagens vieram de diferentes esferas do futebol. O Barcelona, onde Messi passou grande parte da sua carreira, expressou sua tristeza e gratidão pela confiança que Jorge Depositou no desenvolvimento do filho. A seleção argentina também manifestou apoio, enviando mensagens de força à família Messi em um momento tão doloroso.
À medida que o futebol reflete sobre a perda de Jorge Messi, a conversa em torno de sua influência na vida e na carreira de Lionel continua a reverberar, ressaltando não apenas a perda de um pai, mas de um dos pilares da história do futebol argentino e mundial.




