Mesmo encarcerado, o líder criminoso não demonstra nenhum arrependimento e continua praticando crimes bárbaros, principalmente contra seus desafetos nas prisões por onde passa. Ele afirmou ao magistrado que sua luta é mais importante do que a liberdade física, e que prefere morrer lutando do que se curvar aos outros. Lúcifer deixou claro que seu objetivo é exterminar seus inimigos, e que, onde quer que esteja, eles morrerão, seja pelas suas mãos ou por ordem dele.
Lúcifer ganhou notoriedade após romper com o PCC em 2013 e criar sua própria facção, causando pânico no sistema penitenciário de São Paulo. Diagnosticado com psicose, ele se orgulha de afirmar ser o responsável por 50 assassinatos dentro das prisões, sempre mirando em integrantes de outras facções. O Ministério Público de São Paulo denunciou seus comparsas por assassinatos brutais, o que levou a penas que ultrapassam os 132 anos de prisão.
Atualmente, Lúcifer está isolado em uma cela na Penitenciária 1 Presidente Venceslau, devido à sua periculosidade. Desde que entrou para o PCC aos 19 anos, ele se tornou uma figura ativa na facção, participando de ações violentas dentro do sistema carcerário. Seus crimes, marcados por rituais macabros como escrever o nome de sua facção com sangue das vítimas, chocaram o país, como o massacre de cinco detentos em 2011. Sua crueldade e psicose marcaram sua trajetória no mundo do crime.
