A ex-prisioneira e líder da oposição, Ana Margarita Vijil, se manifestou nas redes sociais em apoio aos libertados, reiterando a importância da liberdade incondicional para todos os que foram presos arbitrariamente. Em seu post, ela destacou que as violações de direitos humanos não podem ser esquecidas e exigiu que todos os activists que ainda permanecem presos na Nicarágua sejam libertados.
A pressão internacional pelo respeito aos direitos humanos também ganhou destaque, com a Embaixada dos Estados Unidos na Nicarágua enviando um comunicado que enfatizou a necessidade de libertar as mais de 60 pessoas que estão atualmente detidas ou desaparecidas no país. Entre os detidos, encontram-se pastores, trabalhadores religiosos, pessoas doentes e idosos. A embaixada ressaltou que a paz no país só poderá ser alcançada com a garantia da liberdade.
A ONG Monitoreo Azul y Blanco, reconhecida por sua atuação em defesa dos direitos humanos, fez questão de divulgar os nomes das pessoas que foram libertadas, oferecendo um vislumbre de esperança em meio a um cenário político conturbado. Ação e reações nas redes sociais promovem um debate acirrado sobre as condições de liberdade e justiça na Nicarágua.
Enquanto isso, o clima de protesto e reivindicação por direitos segue ativo, refletindo a resistência do povo nicaraguense contra a repressão política. O futuro das liberdades civis na Nicarágua continua a ser um tema que mobiliza cidadãos e organizações em todo o mundo, que exigem o fim das injustiças e a restauração plena dos direitos humanos no país. A expectativa agora é que novos desdobramentos ocorram à medida que a pressão internacional aumenta.
