Os projetos contemplam 11 estados brasileiros: Bahia, Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe, Santa Catarina e São Paulo, com prazos para conclusão das obras variando entre 42 e 60 meses. Este leilão foi intensamente disputado, com deságios que atingiram até 54,8%.
As empresas que se destacaram foram a Engie Transmissão de Energia e a Cymi Construções e Participações, ambas arrematando dois lotes cada. A Cymi levou os lotes 1 e 5, enquanto a Engie conquistou o lote 2 e o lote 3, que foi subdividido em quatro sublotes. O lote 4 foi arrematado pelo Consórcio BR2ET, que fez a maior proposta para o lote em questão.
O primeiro lote, que abrange instalações no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, recebeu três propostas e foi vencido pela Cymi, com uma proposta de R$ 46.611.311,00, o que resulta em um deságio de 46,85% em relação ao teto fixado pela Aneel. Além da Cymi, o Consórcio Olympus e a Axia Energia Sul também participaram da disputa.
O segundo lote, que incluiu projetos no Paraná e em Santa Catarina, teve participação de quatro empresas e foi ganhado pela Engie, com uma oferta de R$ 18.137.374,70, representando uma redução de 46,89% no seu valor.
Quanto ao lote 3, que abrangeu áreas no Rio Grande do Norte e no Ceará, a Engie também se destacou ao arrematar todos os sublotes com propostas que variaram de R$ 20,6 milhões a R$ 39,6 milhões e um deságio médio de 54,83%. O lote 4, que envolveu a Bahia e Sergipe, foi conquistado pela BR2ET Transmissora com um valor de R$ 25.563.777,00 e um deságio de 37,89%.
Por fim, o lote 5, que visa melhorar o abastecimento em regiões do Mato Grosso e do Pará, foi adquirido pela Cymi com uma proposta de R$ 91.194.333,00, também apresentando um deságio expressivo de 50,89%. Ao todo, o leilão evidenciou o apetite do mercado por investimentos no setor, vislumbrando uma expansão crucial na infraestrutura energética do país.
