Leila Pereira rebuta críticas de Bap sobre empréstimo ao Vasco e destaca: “Não estou comprando o clube, apenas um negócio legítimo da Crefisa”.

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, saiu em defesa do empréstimo de R$ 80 milhões que a Crefisa realizou ao Vasco, após críticas feitas por Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, que ocupa a presidência do Flamengo. Em uma declaração, Leila explicou que a transação foi conduzida através da Crefisa, da qual é proprietária, e não através do Palmeiras, enfatizando que essa distinção afasta qualquer possibilidade de conflito de interesse.

Em sua fala no programa Palmeiras Cast, Leila afirmou com clareza: “Eu não estou comprando o Vasco”, reafirmando a independência da operação. Ela argumentou ainda que a natureza das relações no futebol pode levar a situações semelhantes, citando a parceria entre Flamengo e Fluminense na administração do Estádio do Maracanã. Nesse contexto, Leila questionou o que seria realmente um conflito de interesse, pois ambos os clubes estão envolvidos em negócios comuns e competindo no mesmo campeonato. “Pode? Dois clubes serem sócios no Maracanã, jogando o mesmo campeonato?”, indagou a presidente palmeirense, instigando a reflexão sobre as práticas comuns entre clubes.

O empréstimo ao Vasco, que tem gerado polêmica, foi negociado com Marcos Lamacchia, um membro de sua família, já que ele é o enteado de Leila e também está envolvido na tentativa de aquisição de 90% da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Vasco. Este aspecto familiar foi destacado por Bap em sua crítica, que levantou a questão sobre a ética na negociação, sugerindo que é improvável que uma instituição de crédito empreste dinheiro e, ao mesmo tempo, peça como garantia o mesmo compromisso que está concedendo.

Em resposta, Leila não apenas reiterou sua posição, mas também fez uma observação direcionada a Bap, insinuando que ele deveria se concentrar mais em questões relacionadas ao Flamengo. Essa troca de farpas sublinha as tensões que existem dentro do cenário do futebol brasileiro, particularmente entre rivais. As declarações de Leila Pereira e Luiz Eduardo Baptista refletem não apenas disputas gerenciais, mas também a rivalidade acirrada que permeia o ambiente esportivo.

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