Carlos Cesare, cuja carreira também incluiu o personagem Palhaço Cotonete, faleceu no último fim de semana em São José dos Campos, interior de São Paulo. Ao longo de sua passagem pelo programa, Cesare trouxe um carisma singular ao personagem, contribuindo para a atmosfera vibrante e divertida do programa.
Antes dele, o primeiro Pablo foi Augusto Carrascal, um dublador espanhol que se destacou por suas performances enérgicas e expressivas. Carrascal foi chamado diretamente pelo apresentador Silvio Santos, que vislumbrou o potencial do artista. A proposta de pintar o rosto do dublador com desenhos variados em cada episódio, uma ideia de Silvio, tornou-se uma característica marcante do personagem. Carrascal deixou a atração em 1984 e atualmente vive na Europa, mantendo um perfil discreto em suas redes sociais.
Aníbal Beltran sucedeu Cesare como o último dublador da versão original do programa, assumindo o papel entre 1990 e 1991. Apesar de sua breve passagem, Beltran fez história como o último Pablo daquela era. Após encerrar sua carreira na TV, optou por uma trajetória mais convencional, formou-se em Administração e passou a trabalhar em uma seguradora em São Paulo. Aos 58 anos, ele prefere manter um perfil anônimo.
Felipeh Campos, o quarto Pablo, trouxe uma nova energia após a reestruturação do programa em 1999. Ele foi selecionado em um concurso que atraiu mais de 700 candidatos e rapidamente se tornou uma figura popular, apresentando-se ao lado de Ellen Roche até 2005. Hoje, Campos é apresentador de TV e comentarista de celebridades, contando com uma expressiva base de seguidores nas redes sociais.
Por último, Alberto Goya foi o dublador de Pablo de 2007 a 2008. O ator e bailarino manteve sua carreira artística, especialmente em musicais, e, embora modesto em sua presença digital, continua a se afastar do estrelato que o programa proporcionou.
Essas histórias revelam não apenas o legado de Cesare, mas também a trajetória diversificada de talentos que marcaram o “Qual é a Música” ao longo dos anos.




