Rejeitando qualquer preconceito relacionado à idade, Laura enfatizou a importância de viver a vida de acordo com suas próprias escolhas. Para ela, a vida é uma propriedade pessoal a ser moldada conforme a vontade de cada indivíduo. “Nada de preconceitos. Você tem uma vida. Você é dona dessa vida, então faz dela o que quiser”, destacou, sublinhando a necessidade de respeitar as decisões alheias. Essa filosofia de vida reflete um espírito indomável, que se recusa a aceitar os estigmas da velhice.
Laura também compartilhou suas reflexões sobre o envelhecimento, afirmando que este é, essencialmente, um estado mental. “Acho que a velhice está na cabeça. Se você tem uma cabeça boa, amor pela vida e pelo seu trabalho, a velhice é apenas um pedaço da sua vida”. Para a atriz, o entusiasmo e a paixão são componentes fundamentais para uma vida plena, independentemente do número de anos vividos.
Ao refletir sobre sua carreira, Laura Cardoso reconheceu os sacrifícios feitos em nome da profissão, mas sua conexão com o trabalho permanece inquebrantável. “Eu gosto demais do meu trabalho”, disse, destacando a relevância que sua arte possui em sua existência. Com essa postura, Laura não apenas se posiciona como uma artista, mas também como um símbolo de resiliência e vitalidade, desafiando a percepção de que a idade possa limitar as aspirações e os desejos. Ela se afirma como um exemplo vivo de que é possível, sim, continuar lutando e buscando o que se ama, independentemente do tempo que passou.
