Laporta expressou seu desagrado em declarações ao portal francês Mon Sport, classificando a lesão como uma “vergonha”. Ele destacou que a FIFA deveria reconsiderar sua agenda, uma vez que os jogadores estão inseridos em clubes que disputam competições de alto nível. “É um jogo amistoso e um dos nossos melhores jogadores se machuca. Claro que é chato”, lamentou o presidente.
A crítica se estende ao calendário repleto de jogos, que coloca uma pressão imensa sobre os jogadores. “Não podemos culpar os atletas. Eles são profissionais dedicados e se entregam ao máximo por suas seleções. O verdadeiro problema é a agenda cheia, especialmente nesta fase da temporada, quando todos estão lutando pelo que há de mais importante”, argumentou Laporta.
Do ponto de vista esportivo, a ausência de Raphinha será um impacto significativo para o Barcelona. De acordo com os médicos, ele deverá voltar a treinar apenas no início de maio, o que significa que o jogador se perderá as partidas das quartas de final da UEFA Champions League contra o Atlético de Madrid, nos dias 8 e 14 de abril. Além disso, o clube catalão, que atualmente lidera a La Liga com 73 pontos, também não poderá contar com ele em pelo menos quatro jogos do Campeonato Espanhol.
Apesar do cenário complicado, há uma expectativa otimista em relação à recuperação de Raphinha. A previsão é de que ele possa estar apto a jogar nos amistosos da seleção brasileira, programados para 31 de maio contra o Panamá e 6 de junho contra o Egito, antes do início da Copa do Mundo. A situação ressalta a importância do bem-estar dos atletas em meio a um calendário cada vez mais exigente.
