CULTURA – Lanterna Mágica celebra 8ª edição com 87 filmes e público diversificado, reafirmando a força da animação brasileira no cenário audiovisual global

A 8ª edição do Lanterna Mágica – Festival Internacional de Animação de Goiânia chegou ao fim, destacando a força da animação brasileira e a diversidade criativa que caracteriza o audiovisual contemporâneo. Desde sua fundação em 2017, o festival se firmou como um dos principais eventos dedicados à animação em todo o Brasil, atraindo um público variado, que inclui artistas, estudantes, pesquisadores e profissionais do setor, além de uma audiência crescente tanto nacional quanto internacional.

Durante a semana de festividades, o festival promoveu um total de 32 sessões, nas quais foram exibidos impressionantes 87 filmes oriundos de 21 diferentes países. O sucesso do evento foi evidenciado pela presença de mais de 2.200 espectadores, que tiveram a oportunidade de apreciar uma programação rica e diversificada. Um destaque especial foram as sessões Lanterninha, que contaram com a participação de mais de 420 alunos provenientes da rede pública, oferecendo uma experiência cinematográfica única voltada para o público infantil.

A idealização do evento é atribuída a Camila Nunes, fundadora da CSNR Produções e atual diretora do Lanterna Mágica, em parceria com Wadih Elkadi, fundador da Baloo Filmes. Juntos, eles reafirmam o compromisso do festival com a formação de novos talentos, a difusão da animação e o fortalecimento do mercado dessa arte no Brasil. Iniciativas como essa são fundamentais para o desenvolvimento de um setor que, apesar de suas dificuldades, possui grande potencial para expressão e inovação.

A edição deste ano também foi marcada por uma homenagem carinhosa ao animador e pesquisador Coelho Nunes, uma figura admirada na cena cultural goiana. Essa homenagem não apenas enriqueceu o festival, mas também reforçou os laços com a história e a identidade artística local, trazendo à tona a importância da memória cultural no próprio contexto do evento. O Lanterna Mágica, assim, não é apenas um espaço de exibição, mas um verdadeiro agente de transformação e valorização da arte da animação no Brasil.

Jornal Rede Repórter - Click e confira!


Botão Voltar ao topo