Kim Jong-un Revela Planos para Armas Submarinas Secretas e Modernização da Marinha da Coreia do Norte

Durante uma recente inspeção do destróier Kang Kon, o líder norte-coreano Kim Jong-un revelou ambiciosos planos para a modernização da Marinha do país. Segundo informações da agência de notícias estatal KCNA, Kim anunciou a intenção de desenvolver e produzir “armas submarinas secretas”, projeto que integra uma nova política de defesa quinquenal, visando fortalecer significativamente as capacidades navais da Coreia do Norte.

No dia 4 de junho, Kim Jong-un supervisionou a realização de testes de navegabilidade do destróier Kang Kon, que está sendo avaliado quanto à sua eficácia em combate. O líder enfatizou que o rápido progresso da Marinha é uma das prioridades centrais desse novo plano, sublinhando a importância de equipar as forças navais com tecnologias avançadas.

Em suas declarações, Kim expressou confiança em que os “grandiosos planos” para reforçar o poder naval se concretizarão em sua totalidade. Ele mencionou a iniciativa de construir um destróier com capacidade para 10.000 toneladas, além do desenvolvimento de armamentos submarinos, que são vistos como vitais para a estratégia de defesa do país. O líder norte-coreano destacou que as forças navais devem servir como um meio confiável de dissuasão nuclear, capazes de lançar ataques devastadores tanto em posições subaquáticas quanto acima da superfície.

Além das menções a novos armamentos, Kim Jong-un elogiou a agilidade do destróier Kang Kon e delineou diretrizes para aprimorar os sistemas de controle e gerenciamento das embarcações, em alinhamento com as tendências contemporâneas da guerra naval. Essas ações indicam um claro direcionamento da Coreia do Norte, que busca não apenas modernizar sua frota, mas também se afirmar como uma potência militar respeitável na região.

Enquanto isso, o contexto de tensões geopolíticas na península coreana e em toda a região do Pacífico adiciona um sentido de urgência a esses planos. O foco da Coreia do Norte em fortalecer sua marinha se alinha com uma estratégia mais ampla de defesa, que visa garantir a soberania do país e uma posição de poder nas negociações internacionais. A expectativa é que esses desenvolvimentos sejam observados de perto pela comunidade internacional, que continua a monitorar as atividades militares da nação.

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