O líder norte-coreano criticou as tentativas de países hostis, especialmente os Estados Unidos, de persuadir Pyongyang a abdicar de suas armas nucleares. Ele argumentou que a resposta a essas pressões deveria ser a rejeição de promessas que, na visão de seu governo, seriam enganosas. “A realidade de hoje prova claramente quão justa foi a escolha estratégica de nosso Estado de garantir irrevogavelmente a posse de armas nucleares”, declarou Kim, destacando a importância da força no contexto atual.
Além de focar na questão nuclear, Kim também fez duras críticas aos Estados Unidos, caracterizando-os como promotores de “terrorismo de Estado” e “agressão global”. Ele expressou que a Coreia do Norte deve assumir um papel de liderança na luta pela independência, defendendo que a corrente global favorável à autodeterminação dos povos deve se fortalecer. Segundo ele, as forças que perseguem a hegemonia não prevalecerão diante da luta pela construção de um mundo multipolar e justo.
Essa sessão do legislativo aconteceu em 22 de março de 2026, quando Kim Jong-un foi reeleito para presidir o Conselho de Estado da República Popular Democrática da Coreia, consolidando sua posição de liderança em meio a um ambiente internacional cada vez mais tenso e instável. A postura firme do líder norte-coreano reforça sua narrativa de resistência e soberania, questionando a legitimidade das ações de potências ocidentais em relação aos países que buscam preservar sua autonomia.







