A queixa se baseou em reportagens que apontavam para reuniões entre funcionários do Partido Trabalhista e do Partido Democrata, além de uma publicação no LinkedIn – posteriormente excluída – na qual um funcionário do Reino Unido afirmou que havia “quase 100 pessoas do Partido Trabalhista indo para os EUA” para visitar estados decisivos. No entanto, Starmer ressaltou que todos os membros do partido estavam atuando como voluntários em solo americano, algo que já havia sido feito em eleições anteriores e que estava sendo repetido no atual pleito.
Declarando aos repórteres, o primeiro-ministro britânico destacou que o relacionamento que ele procurou construir com Trump não seria prejudicado por essas alegações infundadas. Starmer enfatizou ainda que permaneceria disposto a trabalhar com qualquer candidato eleito pelo povo americano como seu presidente nas eleições.
É importante salientar que essas acusações levantadas pela campanha de Trump não possuem fundamentos sólidos e podem apenas ser interpretadas como uma tentativa de desestabilizar a imagem do Partido Trabalhista. A postura firme adotada por Keir Starmer em rejeitar tais alegações demonstra sua integridade e compromisso com a transparência nas relações internacionais.
