Kassio Nunes Marques assume presidência do Tribunal Superior Eleitoral com apoio decisivo, prometendo garantir eleições transparentes e eficazes até 2027.

Na última terça-feira, 14 de abril de 2026, Kassio Nunes Marques foi eleito como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) obteve um expressivo apoio durante a votação, conquistando seis dos sete votos dos outros ministros do tribunal. André Mendonça, também ministro do STF, foi eleito vice-presidente, recebendo apenas um voto. A nova direção do TSE estará no comando até maio de 2027, em um período crucial às vésperas das eleições gerais que definirão o próximo presidente do Brasil, senadores, governadores e deputados.

A atual presidente do TSE, Cármen Lúcia, enfatizou a relevância do cargo, especialmente em um ano eleitoral repleto de desafios e responsabilidades. Ela elogiou a experiência e a seriedade que Nunes Marques e Mendonça trazem para liderar a Justiça Eleitoral em um momento tão significativo. O compromisso com a democracia e a integridade do processo eleitoral foram temas centrais em suas declarações.

Em seu discurso de agradecimento, Nunes Marques expressou sua gratidão pela confiança depositada nele pelos colegas, reconhecendo a importância de sua nova função e o papel fundamental que o TSE desempenha na democracia brasileira. Ele descreveu a eleição como uma das maiores honras de sua carreira.

Por sua parte, Mendonça se comprometeu a dar total apoio ao novo presidente em suas funções e a trabalhar incansavelmente como vice-presidente, enfatizando o desejo de que as eleições ocorram de forma eficiente e transparente. Ele destacou a importância de uma gestão colaborativa para garantir que o TSE continue a oferecer um serviço de qualidade e confiança ao cidadão brasileiro.

Os próximos meses prometem ser intensos para a nova direção do TSE, que deverá enfrentar uma série de desafios logísticos e administrativos, além de assegurar a segurança e a fluidez nas próximas eleições. A expectativa é de que, com a experiência dos novos líderes, a instituição mantenha a credibilidade e o respeito que caracterizam a Justiça Eleitoral brasileira.

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