A denúncia aponta que Bolsonaro contou com aliados, assessores e generais para deflagrar o plano criminoso. A estratégia teria sido realizada por meio da divulgação de desinformação contra urnas eletrônicas, afronta às decisões do Supremo Tribunal Federal e incentivo ao plano golpista, entre outras acusações.
A lista dos denunciados, em ordem alfabética, inclui nomes como Marcelo Araújo Bormevet, Marília Ferreira de Alencar, Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, e Walter Souza Braga Netto.
A denúncia será julgada pela Primeira Turma do STF, composta pelo relator Alexandre de Moraes e pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. Caso a maioria dos ministros aceite a denúncia, Bolsonaro e os outros acusados se tornarão réus e passarão a responder a uma ação penal no STF.
Ainda não há uma definição da data do julgamento, mas de acordo com os trâmites legais, o caso pode ser julgado ainda neste primeiro semestre de 2025. O regimento interno da Corte determina que as ações penais sejam julgadas pelas duas turmas do Tribunal, e como o relator faz parte da Primeira Turma, é esse colegiado que irá analisar a acusação.
