De acordo com informações do CNJ, a suposta vítima já foi ouvida pela corregedoria nacional de Justiça, que deu início a uma nova reclamação disciplinar para investigar as alegações. O processo segue sob segredo de Justiça, o que impede a divulgação de detalhes adicionais sobre a investigação.
A primeira denúncia, que trouxe à tona uma série de questionamentos sobre a conduta de Buzzi, remonta a um incidente ocorrido no mês passado, quando ele estaria de férias acompanhado da jovem e de seus pais. Durante um banho de mar, a suposta importunação teria ocorrido, desencadeando repercussões significativas no âmbito jurídico e público.
Em resposta à situação, o STJ decidiu abrir uma sindicância para apurar os fatos relatados na denúncia. O ministro Buzzi, diante da gravidade das acusações, apresentou um atestado médico e se afastou de suas funções, o que indica a seriedade com que ele está tratando as acusações.
A defense do ministro não tardou a se manifestar. Representado pelos advogados Paulo Emílio Catta Pretta e Maria Fernanda Ávila, Buzzi refutou todas as alegações e solicitou acesso aos procedimentos abertos no CNJ. A defesa destacou que o ministro “não cometeu qualquer ato impróprio”, prometendo apresentar evidências que comprovem sua inocência durante o andamento dos procedimentos judiciais.
A sequência dos acontecimentos levanta importantes questões sobre a responsabilidade e a integridade de figuras proeminentes no sistema judiciário, além de reforçar a necessidade de um tratamento rigoroso e transparente em casos que envolvem denúncias de natureza sexual. O desfecho desse caso aguarda agora os desdobramentos das investigações em curso, que são essenciais para garantir a justiça e a confiança no sistema.
