O desembargador justificou a sua decisão alegando que a influenciadora não teve a mesma prioridade, atenção e cuidado para com a sua filha, em comparação com a Justiça brasileira. Em seu despacho, Maranhão afirmou que a prisão preventiva de Deolane é uma medida proporcional diante da gravidade dos fatos apresentados.
Anteriormente, o advogado de Deolane, Bruno Goulart, havia impetrado o pedido de habeas corpus buscando a liberdade da influenciadora. No entanto, a Justiça revogou a prisão domiciliar de Deolane Bezerra e ela retornou para a penitenciária na terça-feira (10/9) devido ao descumprimento de duas medidas cautelares impostas pelo judiciário.
Uma das regras estabelecidas pela Justiça era que Deolane não poderia se pronunciar publicamente sobre o processo por meio de redes sociais, imprensa e outros meios de comunicação. No entanto, logo após deixar o presídio, a influenciadora fez uma manifestação contra a sua prisão, utilizando um microfone e publicando uma foto amordaçada nas redes sociais.
Além disso, Deolane foi proibida de falar com a imprensa e teve que usar tornozeleira eletrônica, comparecer quando intimada e não manter contato com os demais investigados. A situação da influenciadora segue sob intensa atenção da opinião pública e do sistema judiciário, que avaliam os desdobramentos desse caso.
