Anteriormente, Moraes já havia estabelecido uma proibição de voos de drones em um raio de 100 metros da residência, com a possibilidade de prisão para aqueles que desrespeitassem essa determinação. No entanto, a solicitação da PM para expandir o raio de restrição foi feita com o intuito de proporcionar maior segurança e evitar qualquer tipo de monitoramento indevido da residência do ex-presidente.
O ministro analisou a solicitação da Polícia e considerou a ampliação do perímetro de restrição como uma medida adequada. Em sua declaração, Moraes mencionou que a proposta do Batalhão de Aviação Operacional (BavOp) foi fundamental para garantir que o novo limite de 1 quilômetro estivesse em sintonia com as necessidades operacionais e com o nível de proteção exigido no caso específico.
Bolsonaro enfrenta uma pena de 27 anos e três meses em razão de sua condenação relacionada a uma ação penal associada a uma suposta trama golpista. Durante esse período, a segurança em torno de seu lugar de residência se tornou um tópico relevante, especialmente considerando a polarização política que ainda permeia o Brasil.
Essas medidas de segurança refletem a preocupação das autoridades em manter a ordem pública e prevenir possíveis incidentes que possam comprometer a tranquilidade da região, especialmente em tempos de tensões políticas acentuadas. A alteração na regulamentação sobre o uso de drones destaca uma nova era de vigilância em relação a figuras públicas e a necessidade de um monitoramento rigoroso para garantir a segurança de todos os cidadãos.





