A acusação, que foi formalmente registrada em um boletim de ocorrência, envolve um incidente que supostamente ocorreu durante férias em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Segundo a denúncia, Buzzi teria tentado agarrar a jovem enquanto ela se banhava no mar, um episódio que complicou ainda mais sua já conturbada situação. A jovem é filha de amigos do ministro, o que adiciona uma camada de complexidade emocional ao caso.
As alegações contra Buzzi estão sendo tratadas também pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que se debruça sobre as implicações administrativas da denúncia, enquanto a parte criminal do caso está sob a responsabilidade do ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). É importante destacar que, por ocupar uma posição no STJ, Buzzi goza de foro privilegiado, o que tem implicações significativas na condução do caso.
Após a divulgação da acusação, o ministro Buzzi emitiu uma nota à imprensa, manifestando sua surpresa e indignação em relação aos fatos que vieram à tona. Ele se defendeu, afirmando que as alegações são infundadas e repudiando qualquer insinuação sobre a prática de ato impróprio.
Por outro lado, o advogado da jovem, Daniel Bialski, expressou a expectativa de que as investigações sejam realizadas de forma rigorosa e completa, salientando a necessidade de preservar a integridade da vítima e de sua família neste momento difícil. Ele enfatizou a gravidade das acusações e a urgência de um desfecho claro perante as autoridades competentes. Assim, o futuro do ministro Buzzi no STJ agora se entrelaça com um nebuloso cenário judicial, que poderá definir não apenas a sua carreira, mas também o alcance da justiça em casos que envolvem figuras públicas.
