Cid é um dos delatores da investigação que desvendou a trama golpista para impedir o terceiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tornando essa questão ainda mais relevante. Em resposta ao ministro, o advogado de Cid, Cesar Bittencourt, explicou que o pedido de cidadania portuguesa foi feito em função do fato de sua esposa e filhas já possuírem tal cidadania. Ajustando alguns detalhes sobre a expedição da carteira de identidade portuguesa, Bittencourt deixou claro que Cid não solicitou um passaporte estrangeiro.
Segundo a defesa, a carteira de identidade portuguesa foi expedida e entregue em 2024, enfatizando que esse documento é apenas para fins de identificação em Portugal. Bittencourt também ressaltou a impossibilidade de Cid viajar para o exterior sem autorização do juízo devido ao acordo de delação premiada firmado, que envolve o uso de tornozeleira eletrônica.
É importante destacar que, mesmo diante da situação, Cid não demonstrou intenção de fugir do Brasil e está disposto a cooperar com as autoridades, entregando o documento solicitado. Essa questão traz à tona discussões sobre questões de cidadania, delação premiada e a relação do Brasil com outros países, exigindo transparência e esclarecimentos por parte do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Espera-se que a situação seja esclarecida de forma satisfatória para todos os envolvidos.
