Em seu discurso, o ministro enfatizou a necessidade de romper com a impunidade nas redes sociais e destacou as novas resoluções que estão sendo elaboradas para as eleições de 2022 e 2024, sob a relatoria da ministra Cármen Lúcia. Moraes ainda ressaltou que o tribunal tem se empenhado em combater o “populismo digital extremista”, evidenciando a missão de combater a desinformação e o discurso de ódio que afetam a democracia e a dignidade humana.
A ministra Cármen Lúcia será empossada como presidente do TSE no dia 3 de junho, assumindo a responsabilidade de conduzir as eleições municipais que ocorrerão ainda este ano. Esta não será a primeira vez que Cármen Lúcia estará à frente do tribunal, uma vez que ela foi a primeira mulher a presidi-lo em 2012.
O cargo de presidente do TSE é ocupado de forma rotativa entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que integram o tribunal, que é composto por sete membros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados com notório saber jurídico indicados pelo presidente da República.
Alexandre de Moraes encerra seu mandato como presidente do TSE deixando um legado ao combater a disseminação de informações falsas e discursos extremistas nas redes sociais, buscando garantir a integridade e segurança do processo eleitoral brasileiro. Agora, a expectativa está voltada para o trabalho de Cármen Lúcia à frente do tribunal, visando as eleições municipais e os desafios que envolvem o cenário político eleitoral do país.
