“Começamos o ano com esperança, pois o Brasil mostrou ser maior que qualquer tentativa de golpe ou traição à pátria”, afirmou o presidente. Ele lembrou que, em 2025, o país enfrentou ameaças externas, mas que reagiu com firmeza e legitimidade, reafirmando a independência de suas instituições. Lula enfatizou que nenhuma nação deve ser construída sob tutela, destacando que a democracia brasileira se mantém forte e resistente a pressões.
Lula também abordou os desafios da desinformação à medida que se aproximam as eleições de 2026. Ele ressaltou a continuidade das operações da Polícia Federal contra grandes criminosos e anunciou um pacto entre os poderes para o combate ao feminicídio, a ser formalizado em breve. “Esse pacto deve envolver não apenas os governantes, mas a sociedade como um todo, especialmente os homens”, disse ele, enfatizando a importância da educação e conscientização sobre a violência de gênero.
O presidente também alertou sobre os perigos da tecnologia, que pode ser utilizada para manipular a opinião pública durante o processo eleitoral. Ele citou casos de disseminação de fake news e o uso indevido de algoritmos, que podem distorcer realidades e influenciar resultados eleitorais. Lula defendeu que o Tribunal Superior Eleitoral tenha as ferramentas e os métodos necessários para coibir abusos e garantir a integridade do voto popular.
Além disso, Lula mencionou a operação “Carbono Oculto”, da Polícia Federal, que desmantelou um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao crime organizado, destacando a importância de responsabilizar os responsáveis, independentemente de sua posição social. Ele reiterou que todos que cometem crimes deverão enfrentar as consequências de suas ações. Em sua fala, ficou evidente a determinação do governo federal em zelar pela democracia e pela justiça social no país.
