O crime chocante teve lugar em fevereiro de 2022, sendo o desenlace de um relacionamento de 22 anos de José Ricardo com Luanda, com quem ele teve dois filhos. O motivo atroz por trás do homicídio foi um ciúme doentio alimentado pelo ex-policial.
Segundo a denúncia apresentada, José Ricardo meticulosamente planejou o assassinato de Luanda. Ele sabia da rotina da vítima, que trabalhava como mensalista em um estacionamento no centro de Campos, e esperou escondido nas proximidades para executar seu plano cruel.
Assim que Luanda estacionou seu veículo, José Ricardo invadiu o carro e disparou diversos tiros contra a ex-mulher, tirando-lhe a vida de forma brutal. Testemunhas do terrível evento descreveram o assassino como uma pessoa ciumenta e possessiva, cujas ações levaram a um desfecho trágico e irreparável.
O caso também evidenciou que a vítima estava submetida a um ambiente de violência doméstica, conforme apontado pela denúncia. O crime, perpetrado no contexto de violência familiar, teve como móbil um ciúme possessivo e uma vingança doentia.
A sentença proferida pelo Tribunal do Júri de Campos dos Goytacazes representa um momento crucial na busca por justiça e punição para crimes hediondos como este. A condenação de José Ricardo Silva Ribeiro a 28 anos de prisão é um marco no combate à violência contra a mulher e no repúdio a atos de feminicídio motivados por ciúmes doentios e possessivos.




