Além do bloqueio das contas do cantor e de sua empresa, a Justiça também determinou o bloqueio de R$ 21 milhões do empresário Boris Macial Padilha. A juíza Andrea Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal do Recife, foi a responsável pela decisão e decretou a prisão preventiva de Gusttavo Lima.
A investigação faz parte da Operação Integrations, que está apurando um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o jogo do bicho e apostas esportivas. O cantor é acusado de ter ajudado dois suspeitos a deixarem o Brasil, o que levou à prisão de Deolane Bezerra e sua mãe, Solange Bezerra.
O cantor, que é garoto-propaganda da Vai de Bet, foi alvo de diversas notícias após a decisão da Justiça pernambucana. O Metrópoles tentou contactar a defesa de Gusttavo Lima, mas não obteve retorno até o momento.
A repercussão do caso envolvendo Gusttavo Lima mostra a importância da análise de todos os detalhes e implicações de uma investigação sobre lavagem de dinheiro. A sociedade espera a devida apuração dos fatos para que se faça justiça e se esclareçam os envolvidos nesse caso.
