Justiça converte para preventiva a prisão de dois dos irmãos acusados de matar auditor fiscal

A Justiça alagoana converteu, de temporária para preventiva, a prisão de dois dos irmãos acusados de envolvimento no assassinato do auditor fiscal, da Secretaria da Fazenda de Alagoas (Sefaz/AL), João Assis Pinto Neto. A decisão foi expedida nesta sexta-feira (30) pelo juiz Geraldo Amorim.

Segundo os autos, Ricardo Gomes de Araújo e Vinicius Ricardo de Araújo da Silva, juntamente com outro irmão, a mãe e um funcionário do estabelecimento da família, foram presos e indiciados por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Na última quarta-feira (28), a mãe dos suspeitos, Maria Selma, teve liberdade concedida pela Justiça.

Em sua decisão, o juiz Geraldo Amorim, alegou que o intuito da decisão, “é resguardar a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal, diante dos indicativos de autoria delituosa que pairam sobre os agentes, somados à gravidade do suposto delito em face do modus operandi empregado, bem como diante dos indicativos de periculosidade”.

A prisão preventiva é pedida, geralmente, para proteger o inquérito ou processo, a ordem pública ou econômica ou a aplicação da lei.

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