Além disso, a decisão da Justiça envolve outros três processos em que Prior responde por estupro. O crime em questão, ocorrido em 2014, foi denunciado pelo Ministério Público e resultou na condenação do ex-participante do reality show Big Brother Brasil. A sentença da primeira instância foi divulgada em julho do ano passado, tornando Felipe Prior réu em 2020.
A juíza Eliana Cassales Tosi Bastos, da 7ª Vara Criminal de São Paulo, detalhou o abuso cometido por Prior, afirmando que ele usou força física contra a vítima, segurando-a pelos braços e puxando seus cabelos. A vítima, identificada como Themis, pediu para que o agressor parasse, expressando sua recusa em manter relações sexuais.
O processo incluiu mensagens trocadas entre Themis e o réu, depoimentos das partes envolvidas e relatos de testemunhas, tanto da defesa quanto da acusação. A advogada das vítimas manifestou alívio com a sentença e pretende recorrer da decisão do regime semiaberto, considerando a punição leve diante da gravidade do crime. Ela contesta também o fato de Prior recorrer em liberdade, já que são três denúncias do mesmo crime.
Mais detalhes sobre o caso podem ser encontrados no site Metrópoles.com. A definição do veredito reacende o debate sobre a justiça nos casos de violência sexual e a importância de proteger as vítimas e garantir que os agressores sejam responsabilizados por suas ações.







