Juliano Cazarré agradece críticas e fala sobre crescimento nas redes após polêmica de evento destinado ao público masculino em vídeo no Instagram.

Na última sexta-feira, Juliano Cazarré utilizou suas redes sociais para fazer um pronunciamento a respeito da polêmica gerada pelo evento “Farol & A Forja”, uma iniciativa voltada para discussões sobre a masculinidade e o papel do homem na sociedade. O ator expressou seu agradecimento pelas críticas que recebeu, as quais, segundo ele, contribuíram significativamente para aumentar a visibilidade de seu projeto nas mídias sociais.

Cazarré não hesitou em afirmar que a repercussão negativa acabou funcionando como uma forma de publicidade gratuita, elevando o assunto a um patamar amplamente discutido. “Agradeço a todos que criticaram, pois isso trouxe nosso evento para a mídia e para a boca do povo. Obrigado!” disse ele, ressaltando que a polêmica estimulou o interesse pelo projeto, refletido em um aumento expressivo no número de seguidores em sua conta no Instagram, que agora conta com mais de 400 mil novos integrantes.

O ator ainda mencionou que a adesão ao evento também cresceu de maneira significativa. Inicialmente esperando 500 participantes, Cazarré observou que o número de pré-inscrições já ultrapassa os 5 mil. Ele elogiou suas críticas como uma forma de “publicidade gratuita” e reafirmou seu compromisso em promover debates sobre temas que considera essenciais, como a formação de “homens melhores” e famílias mais sólidas.

A polêmica em si originou-se em torno do anúncio do evento, onde Cazarré abordava questões sobre masculinidade e abordava papéis tradicionais de gênero. Seus comentários, como a defesa de papéis distintos para pais e mães e uma crítica ao que ele considera um “cancelamento” de homens, geraram uma reação negativa de diversas figuras públicas e artistas.

Entre os que se manifestaram, Julia Lemmertz expressou sua preocupação, afirmando que a proposta carecia de empatia. Betty Gofman e Paulo Betti seguiram na mesma linha, questionando a abordagem de Cazarré e sugerindo que ele falava de um contexto desatualizado e problemático. Marjorie Estiano e Claudia Abreu destacaram a seriedade da violência de gênero, enquanto Elisa Lucinda definiu a proposta como um “grande delírio”.

O desdobramento dessa situação revela não apenas a resiliência do ator diante das críticas, mas também um debate mais amplo sobre os papéis de gênero atuais e a necessidade de uma reflexão crítica sobre imperativos sociais que moldam as relações familiares e a identidade masculina.

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