A ex-prefeita Vânia do Passo, que se encontrou em meio a esse turbilhão de eventos, não hesitou em compartilhar sua perspectiva sobre a decisão judicial. Em um vídeo divulgado na sexta-feira, 28, ela descreveu o dia do julgamento como “histórico”, ressaltando que a sentença realmente demonstrou a existência de práticas ilícitas que comprometeram a integridade do pleito. “Foi um dia histórico para mim, porque ficou provado que houve fraude e ilegalidade na eleição de 2024”, afirmou, com uma combinação de alívio e indignação.
Vânia não parou por aí. Ao abordar o atual prefeito, que teve seu mandato cassado em decorrência da decisão, ela insinuou que ele teria “sujado o próprio CPF”. Essa declaração não só denota uma crítica direta à sua gestão, mas também levanta uma questão pertinente sobre a continuidade de obras em andamento no município, projetadas sob sua administração. “Quem planta, colhe. E você está colhendo o que plantou”, enfatizou, dando a entender que as consequências de suas ações estão agora se refletindo na realidade política e social da comunidade.
O beletrismo jurídico que permeia esse caso está sob a batuta da juíza Priscilla Emanuelle de Melo Cavalcante, da 12ª Zona Eleitoral. Sua decisão representa um marco na luta por justiça eleitoral, respondendo à ação movida pela coligação “Lavinia da Vânia: pra cuidar da nossa gente”, que tem como representantes Maria Lavínia Farias Quirino Costa e Luciano Leocádio Teixeira Nogueira Filho. Com esse veredicto, um novo capítulo se inicia na política local, em que a busca pela transparência e pela ética eleitoral se torna o centro das atenções.









