Jovem entra em coma devido ao uso de vape e alerta sobre os riscos: “Não é legal quase morrer, confie em mim”.

O jovem guarda noturno James Johnson, de apenas 21 anos, viveu uma experiência traumática em 2024 ao desenvolver uma pneumonia grave relacionada ao uso de vape. James foi levado às pressas para a UTI após começar a vomitar sangue de forma repentina, sendo diagnosticado com pneumonia bilateral, uma condição que exigiu três meses de internação.

Segundo relatos médicos, a pneumonia foi provocada pelos produtos químicos inalados durante o uso frequente do cigarro eletrônico. Durante o período de internação, James enfrentou momentos críticos, chegando a ter seu coração parado e necessitando de reanimação. O jovem revelou que utilizava vapes regularmente para passar o tempo durante suas longas noites de trabalho como guarda.

Após despertar do coma, James não reconheceu nem mesmo sua filha recém-nascida, fruto de um relacionamento recente. Os médicos alertaram o jovem de que se ele continuasse fumando, sua expectativa de vida seria drasticamente reduzida. Atualmente, James enfrenta sequelas permanentes, incluindo a perda da capacidade de um dos pulmões.

Em uma postagem no Facebook, James compartilhou seu conselho: “Nunca use vape, não vale a pena quase morrer por um vapor com sabores artificiais”. Ele se dedica agora a conscientizar outras pessoas sobre os riscos dos cigarros eletrônicos, sendo um exemplo vivo dos efeitos devastadores que esses dispositivos podem causar.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia também emitiu um posicionamento em 2024 alertando para os impactos negativos dos cigarros eletrônicos na saúde cardíaca. Segundo o médico Ricardo Pavanello, o uso habitual desses dispositivos aumenta significativamente o risco de problemas cardiovasculares, como hipertensão arterial e infarto do miocárdio.

Diante do caso de James e das evidências científicas apresentadas pela SBC, fica claro que o uso de cigarros eletrônicos representa uma ameaça à saúde pública e deve ser evitado a todo custo. É fundamental que mais pessoas se conscientizem sobre os perigos desses dispositivos e busquem alternativas mais seguras para lidar com o estresse do dia a dia.

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