De acordo com o delegado que investiga o caso, André Dzindzik, a identificação dos suspeitos foi uma tarefa rápida, realizada com o auxílio de uma força-tarefa que incluiu as polícias Civil e Militar. Utilizando imagens de câmeras de segurança, além de depoimentos de testemunhas, as autoridades conseguiram traçar a rota de fuga dos dois homens logo após o assassinato. O delegado destacou a importância das informações coletadas, que possibilitaram a abordagem dos suspeitos: “Estabelecemos a dinâmica da fuga e identificamos o veículo utilizado, o que nos ajudou a repassar as informações à Polícia Militar”, afirmou Dzindzik.
As prisões foram efetuadas na rodovia BR-277 em Catanduvas, onde, ao perceberem a presença policial, os suspeitos tentaram se desfazer da arma do crime. O policial Victor Galdino, que participou da operação, relatou uma breve tentativa de fuga, mas a abordagem foi bem-sucedida. Após serem capturados, os indivíduos confessaram a autoria do crime. Durante a busca no veículo, foram encontrados 184 gramas de ouro e dois celulares, evidências que ligam a dupla diretamente ao delito.
Ambos os suspeitos foram autuados em flagrante por latrocínio, que é o roubo seguido de morte, além do porte ilegal de arma de fogo. Atualmente, eles permanecem detidos e à disposição da Justiça. Este caso ressalta a gravidade da violência familiar e o impacto devastador que crimes como esse podem ter em comunidades inteiras. As investigações continuam, e a sociedade observa com apreensão os desdobramentos dessa trágica história.






