José Bezerra Neto: um intelectual de escol legado ao jornalismo e à cultura alagoana

José Bezerra Neto, um intelectual de renome nascido em Palmeiras dos Índios, deixou um legado significativo em diversas áreas, desde o jornalismo até a produção de filmes. Sua jornada começou no extinto Jornal de Alagoas em 1986, desempenhando uma variedade de funções, como repórter-fotográfico, crítico de arte, redator e diretor comercial. Além disso, foi diretor executivo da Rádio Progresso de Alagoas e editor geral de publicações como a Revista do Turismo e O Debate.

Bezerra Neto também teve incursões no cinema, produzindo filmes de curta-metragem, como “Delmiro Gouveia”, que foi premiado pelo antigo Instituto Nacional do Cinema. Sua contribuição cultural também inclui a fundação do Museu de Imagem e Som – MISA, em 1986, além de sua atuação no campo político, sendo militante do MDB e do PDT.

Ao longo de sua carreira, Bezerra Neto recebeu reconhecimento e honrarias, como a Ordem Mário Desembargador Guimarães e a Medalha Tibira do Mérito Maçônico. Além disso, escreveu dois livros, demonstrando sua versatilidade e talento em diversas áreas.

Pessoalmente, tive a oportunidade de conhecer Bezerra Neto nos anos setenta, quando ele era editor no Jornal de Alagoas. Sua atenção para comigo e sua inteligência marcaram nossa interação, e sua dedicação ao jornalismo e à cultura alagoana é inegável. Sua atuação como editor de diferentes publicações e suas contribuições para o jornalismo e a arte são inegáveis, tornando-o uma figura notável em vários aspectos.

Além de suas realizações profissionais, Bezerra Neto também era ativo na maçonaria, ocupando posições de destaque e sendo membro de diversas organizações maçônicas no Brasil. Sua trajetória e legado merecem ser lembrados e celebrados, tanto no campo jornalístico e cultural, quanto na esfera maçônica, destacando-se como uma figura de destaque em sua época.

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