A informação sobre sua situação foi divulgada nas redes sociais por Alex Plitsas, amigo de Kittleson e analista da CNN. Ele ressaltou que a jornalista de 49 anos, natural de Wisconsin, prefere manter o silêncio e se manifestar apenas quando se sentir pronta. Essa decisão demonstra o delicado estado emocional e físico pelo qual ela está passando após o intenso período de cativeiro.
Shelly Kittleson foi sequestrada por uma milícia xiita apoiada pelo Irã, conhecida como Kataib Hezbollah, enquanto realizava seu trabalho jornalístico no terreno hostil do Iraque. A sua libertação ocorreu na última terça-feira, 7 de outubro, após intensas negociações que se estenderam por toda a semana. Com quase 20 anos de experiência em coberturas de conflitos nos fronts do Afeganistão, Iraque e Síria, Kittleson atuava como freelancer para vários veículos de comunicação italianos, incluindo a ANSA e o jornal Il Foglio.
Além de informar sobre a libertação e atual situação de Kittleson, Plitsas mencionou a necessidade de apoio financeiro para ajudar a jornalista a se recuperar. Ele iniciou uma campanha de arrecadação de fundos, enfatizando que Kittleson, na condição de jornalista independente, enfrentou severas dificuldades financeiras após seu sequestro. A solidariedade da comunidade e de amigos se torna fundamental neste momento, e Plitsas solicitou que as pessoas considerem contribuir para o bem-estar da profissional.
Kittleson também pediu respeito à sua privacidade nesse momento sensível, o que ressalta a importância de dar espaço e tempo para que ela se recupere adequadamente tanto da experiência traumática vivida quanto dos ferimentos físicos. O apoio e a compreensão do público serão essenciais para sua readaptação à vida após o cativeiro.






