Durante a reunião, Biden se desculpou pela demora em aprovar os envios de ajuda militar à Ucrânia, reconhecendo as dificuldades enfrentadas pelo país no front de batalha. O presidente americano também enalteceu o esforço de guerra ucraniano, descrevendo-o como essencial para conter a agressão em curso. Ele afirmou que a Ucrânia não pode ser subjugada sob risco da agressão russa se espalhar pela Europa.
O encontro dos líderes ocidentais em Paris, inicialmente para celebrar o Dia D, tornou-se um momento de reafirmação do apoio dos aliados à Ucrânia, que está em conflito com a Rússia. As falas dos líderes foram marcadas por uma forte oposição à guerra de conquista lançada pela Rússia contra a Ucrânia.
Biden destacou que conhece Putin há 40 anos e criticou abertamente o líder russo, chamando-o de ditador e afirmando que ele não é um homem decente. As tensões entre a Otan e a Rússia aumentaram nas últimas semanas, com autoridades ocidentais autorizando o uso de armas cedidas à Ucrânia contra o território russo, o que gerou ameaças de Putin em resposta.
O presidente americano enfatizou que a autorização dada à Ucrânia para uso das armas tinha um escopo limitado e não tinha o objetivo de atacar Moscou. O apoio dos aliados à Ucrânia e as críticas a Putin ressaltam a importância do conflito no Leste Europeu e a necessidade de conter a agressão russa na região.





