O democrata justificou sua fala afirmando que estava apenas tentando chamar a atenção para o comportamento de Trump, que havia zombado dele publicamente no dia anterior por causa de suas gafes durante uma cúpula da Otan. Biden ressaltou que não tinha intenção de incitar a violência, mas sim de destacar as atitudes preocupantes do ex-presidente.
Após o atentado que levou a sua campanha a retirar anúncios contra Trump do ar, Biden retomou a discussão citando declarações controversas feitas pelo republicano, como a afirmação de que seria um ditador no dia de sua posse e sua recusa em aceitar os resultados das eleições. O presidente dos EUA afirmou que é importante caracterizar Trump como uma “ameaça à democracia” devido às suas declarações e atitudes.
Ao ser questionado sobre o uso de uma expressão que poderia incitar a violência, Biden argumentou que era necessário confrontar retoricamente as ameaças à democracia. Ele criticou Trump por suas declarações alarmantes e seu comportamento em relação à eleição de 2020, reforçando a gravidade das acusações feitas pelo ex-presidente.
Dessa forma, Biden reforçou sua posição de que é fundamental denunciar discursos e comportamentos que representem uma ameaça à democracia, mesmo que isso signifique confrontar diretamente seu adversário político. A entrevista revelou a preocupação do presidente dos EUA com a retórica utilizada por Trump e a importância de conscientizar o público sobre os riscos para a estabilidade democrática.






