O premiê ressaltou a importância de trazer todos os reféns capturados de volta para Israel, afirmando que ele e seu governo cumpriram essa missão, independentemente das circunstâncias. Segundo Netanyahu, dos 255 reféns sequestrados pelo Hamas, 168 foram resgatados com vida, o que demonstra um esforço significativo das forças israelenses.
“Trouxemos de volta todos os nossos reféns, tanto os que estavam vivos quanto os que vieram falecidos, e hoje nos despediu do último. Agora, nossa atenção se direciona para o desarmamento do Hamas e a desmilitarização da Faixa de Gaza, ao invés de focar na reconstrução”, declarou Netanyahu. Ele enfatizou que a rapidez no desarmamento do grupo militante é crucial para atingir os objetivos das operações militares em Gaza, reiterando que essa ação não deve ser adiada.
A posição de Netanyahu reflete uma estratégia clara de priorização da segurança sobre a reabilitação da região, o que pode indicar um prolongamento do conflito e uma intensificação das medidas contra o Hamas. A declaração também gera questionamentos sobre o futuro da Faixa de Gaza e o impacto que isso terá na vida dos palestinos que habitam a região, especialmente em um contexto já marcado por crises humanitárias.
O discurso do premiê israelense inaugura uma nova fase nas dinâmicas de poder e segurança tanto dentro de Israel quanto nos territórios palestinos, onde a tensão permanece alta e as perspectivas de um entendimento pacífico se tornam cada vez mais complexas.






