Sarraf descreveu esses ataques como um ato deliberado contra educadores e pesquisadores iranianos, enfatizando que os professores não foram vítimas acidentais. Ele classificou as ofensivas como “um crime internacional e moral”, observando que os efeitos dessas ações estarão profundamente gravados na memória histórica do povo iraniano. O ministro argumentou que o principal objetivo dos ataques é obstruir o progresso científico do Irã, uma nação que, segundo ele, possui contribuições significativas para a ciência global.
Além disso, Sarraf ressaltou a importância do papel global dos cientistas iranianos, que estão presentes em instituições de ensino e centros de pesquisa ao redor do mundo. Ele defendeu que, mesmo diante das adversidades, o avanço da ciência e tecnologia no Irã não será interrompido. Desde a Revolução Iraniana de 1979, o país formou milhões de graduados e continua a desenvolver uma base crescente de jovens pesquisadores e estudantes.
Embora os ataques tenham causado danos às câmaras acadêmicas, não houve vítimas em certas instituições no momento dos bombardeios, pois as atividades acadêmicas foram transferidas para o ambiente virtual. Contudo, a perda do físico Mohammad Mehdi Tehranchi, diretor de um laboratório, destacou o custo humano associado ao conflito.
Sarraf concluiu reafirmando a resiliência do Irã e o compromisso contínuo com a ciência e a educação, que ele considera pilares fundamentais para o futuro do país. A posição do ministro reflete uma determinação em seguir em frente, apesar dos desafios impostos por cenários de guerra e destruição, reafirmando a crença de que “a roda da ciência não vai parar”.




