As Avaliações destacam o uso de estruturas subterrâneas, como túneis e cavernas, que têm desempenhado um papel crucial na proteção dos lançadores de mísseis, dificultando, assim, sua destruição em ataques aéreos. Apesar de a Marinha iraniana ter sofrido danos consideráveis, informações indicam que as forças navais ligadas ao Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) continuam operacionais. Estima-se que ainda existam centenas ou até milhares de embarcações leves e veículos não tripulados de superfície, conferindo ao Irã a capacidade necessária para realizar ataques na região.
Esses dados contrastam com afirmações de autoridades do governo de Donald Trump, que sugeriram que os ataques iranianos com mísseis balísticos e drones contra forças americanas teriam diminuído em até 90% desde o início do conflito. A porta-voz da Casa Branca criticou o uso de fontes anônimas para desmentir a narrativa oficial, insistindo que a Marinha iraniana foi amplamente dizimada e que grande parte da infraestrutura militar do país foi severamente danificada. Ela afirmou que o regime iraniano está sendo militarmente enfraquecido e que sua única saída seria negociar e abandonar seus projetos nucleares.
Além disso, o presidente americano havia mencionado que as operações militares poderiam ser concluídas em um prazo de duas a três semanas. No entanto, especialistas que analisam as informações de inteligência consideram esse cronograma irrealista, dada a resiliência do Irã e a complexidade da situação no terreno. Essa perspectiva leva a um cenário multifacetado, onde decisões estratégicas serão decisivas para o futuro das tensões na região.
