A muda de Ipê foi plantada na última sexta-feira, durante a “Tardezinha da Arborização”, um evento que envolveu alunos da rede municipal e marcou o início da quarta etapa do projeto intitulado “Arborizar é Massa”. Esse tipo de atividade visa conscientizar as crianças sobre a importância da arborização urbana e suas inúmeras vantagens, como a melhoria da qualidade do ar e o embelezamento da cidade. Contudo, a retirada da muda evidenciou a fragilidade do compromisso social com a conservação do meio ambiente.
Karine expressou sua preocupação ao afirmar que ações como essa não apenas danificam as árvores, como também afetam o patrimônio público. “Temos um mapeamento de diversos pontos da cidade para o plantio de espécies nativas e frutíferas, aproveitando os múltiplos benefícios que elas oferecem. Atitudes como estas nos causam tristeza”, ressaltou. A diretora destacou que a preservação do meio ambiente deve ser uma prioridade para todos os cidadãos, já que essas iniciativas visam a construção de uma cidade mais saudável e sustentável.
Vale destacar que a legislação ambiental prevê punições rigorosas para quem comete atos de vandalismo contra a vegetação urbana. De acordo com a Lei 9.605/98, a retirada ou danificação de plantas ornamentais em logradouros públicos pode acarretar penalidades que vão desde a detenção de três meses até um ano, além de multas. Esse tipo de norma busca não apenas proteger as plantas, mas também promover uma consciência coletiva em relação à preservação do patrimônio natural nas áreas urbanas. A situação revela a urgência de uma reflexão sobre a importância da participação da comunidade na conservação e cuidado do meio ambiente.






