Rodriguez ressaltou que Maduro já havia alertado a população sobre a possibilidade de ataques que colocariam em risco a vida de cidadãos em várias regiões da Venezuela. Em resposta à situação crítica, as autoridades venezuelanas mobilizaram suas forças armadas, seguindo as diretrizes do presidente. Ela destacou que o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, juntamente com as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB), e as milícias organizadas, estão engajados em uma defesa sistemática da nação, agindo de forma coordenada entre polícias, militares e civis.
“A ordem é clara: defender a pátria a qualquer custo. Não permitiremos que ninguém desrespeite o legado de Simón Bolívar, nosso direito à independência e nosso futuro como uma nação livre de influências externas”, declarou Rodriguez. Com essas palavras, a vice-presidente reafirmou a determinação do governo em resistir a qualquer tentativa de intervenção que possa minar a soberania do país.
Rodriguez também utilizou a ocasião para condenar as manobras militares dos EUA, caracterizando-as como parte de uma estratégia para desestabilizar a Venezuela e alterar sua estrutura política em benefício de interesses imperialistas. Ela argumentou que a situação atual é mais do que uma simples questão geopolítica; é uma luta pela soberania, reiterando a importância da unidade nacional.
Além disso, a Rede de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais em Defesa da Humanidade (REDH), junto com a Coalizão Resposta, se manifestaram publicamente contra as ações ofensivas. Eles as classificaram como um “crime contra a paz” e uma violação das normas internacionais, pedindo mobilização global em defesa da Venezuela, apontando para um modelo colonial que busca apropriar-se dos recursos petrolíferos do país em meio ao caos.







